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   Plague control / ATHISA MEDIO AMBIENTE


Os invisíveis
A Humanidade não sabia nada sobre o mundo presente, como por exemplo as primeiras formas de vida, geradoras de doenças dominantes assim como benéficas em muitos casos, ricas e complexas em si mesmas, até que Leeuwenhoek (1632 • 1723, Holanda) conseguiu produzir umas lentes que aumentassem 150 vezes, possibilitando o visionamento das primeiras bactérias. Trata-se do mundo dos microrganismos. O mundo dos vírus, das bactérias, rickettsias e fungos microscópicos.
É o mundo dos invisíveis. 


A causa de todos os males
A História do Homem é também a história das suas doenças e das suas formas de tratá-las. Foi nos finais do século XIX, quando Pasteur convenceu toda a comunidade científica de que muitas doenças eram provocadas por bactérias. Elas também eram responsáveis pelo processo de putrificação da matéria. Um novo universo de conhecimento marcava mais um passo na ciência. Vejamos qual o aspecto de algumas bactérias:

Lord Lister, cirurgião inglês, compreendeu o extraordinário valor das descobertas de Pasteur e aplicou as suas teorias sobre os germes às técnicas cirúrgicas. Era o nascimento da anti-sepsia, dando a conhecer todo o instrumental ao nível do ácido carbónico. Desta forma, diminuiu-se consideravelmente a mortalidade nas intervenções cirúrgicas.

Transmissão de microrganismos patogénicos
O número de bactérias patogénicas representa um grupo reduzido dos 3000 tipos de bactérias actualmente conhecidos. Graças ao microscópio electrónico de James Hillier (1937), podemos descobrir e estudar mais detalhadamente os vírus, as rickettsias e os fungos, igualmente transmissores de múltiplas doenças. Porém, de que forma se transmitem os microrganismos patogénicos ao ser humano?

Infecção directa

A transmissão acontece pelo contacto directo com outra pessoa infectada através da mucosa nasal, bucal ou óptica. O simples facto de tossir, espirrar ou falar coloca sérios riscos ao sistema imunológico de outra pessoa.

Infecção indirecta

Quando os microrganismos patogénicos provêm de brinquedos, material escolar, lenços, roupa, água, comida, casas de banho, mobiliário urbano, vectores ou ar, o perigo de infecção está igualmente presente.

Zoonose
Falamos de zoonose quando a doença é própria de um animal e esta passa para um ser humano, infectando-o. Segundo a OMS, há várias formas de propagar este tipo de infecção:

Soluções desinfectantes

É a falta de higiene quase sempre a resposta chave à massiva proliferação de microrganismos patogénicos. A destruição destes microrganismos nas zonas contaminadas denomina-se de desinfecção ou assepsia.

O indesejável absentismo laboral é uma consequência directa desta situação infecciosa e em ATHISA MEDIO AMBIENTE
apostamos no controlo exaustivo diário do nível de infecção, aumentando com valores constatáveis o que denominamos de qualidade de vida. Provocamos barreiras higiénicas preventivas contra microrganismos através de:

Nebulização
Os desinfectantes utilizados mediante nebulização espalham-se em microgotas de entre 50 mm e 100 mm, sem necessidade de aumentar previamente a temperatura. A nebulização aplica-se em polibans, casas de banho, etc. Tem um consumo de 0,65 litros de desinfectante por metro cúbico tratado.
Termonebulização
As gotas de desinfectante dispersam-se numa finíssima neblina, com um tamanho que varia entre 5 a 15 nm. Ao ter uma densidade menor que o ar, o desinfectante penetra lentamente de cima para baixo, por qualquer superfície. O gasto de desinfectante é de 1 litro por metro cúbico.

Fazemos o trabalho limpo > Artrópodes

Pulverização
O tamanho da gota varia entre os 100 nm e os 400 nm. Mistura-se com desodorizante e é uma técnica que se aplica nas paredes, tectos, solos ou baldes. O gasto é de 0,75 litros por metro quadrado.

Fazemos o trabalho limpo > Artrópodes

 

Em 1937, o canadiano James Hillier construiu o primeiro microscópio electrónico que substituiu a luz por electrões e as lentes por campos magnéticos. Era possível ampliar as imagens até 1000 vezes. Continuou aperfeiçoando até chegar a aumentar aproximadamente dois milhões de vezes.

Tipos de microrganismos que combatemos:

ENTEROBACTÉRIAS
Escherichia coli
Kluyvera species
Shigella sonnei
Edwardsielle tarda
Citrobacter amalonaticus
Citrobacter diversus
Citrobacter freunidii
Salmonella arizonae
Salmonella cholerae
Salmonella species
Salmonella typhi
Klebsiella pneumoniae
Klebsiella oxytoca
Klebsiella ozaenae
Klebsiella rhinosclreomatis
Enterobacter aerogenes
Enterobacter cloacae
Enterobacter agglomerans
Hafnia alvei
Serratia marcescens
Serratia liaquefaciens
Serratia rubidaea
Proteus mirabilis
Proteus vulgaris
Morgarella morganii
Providencia alcalifacens
Yersinia enterocolitica
Yersinia pseudotuberculosis
Yersinia species
Cedecea species
Cryptococcus neoformans
Cryptococcus skinneri
Cryptococcus terreus
Cryptococcus uniguttulatus
Geotrichum capitatum
Geotrichum species
Hansenula anomala
Rhodotorula graminis
Rhodotorula minuta
Rhodotorula pilimanae
Rhodotorula rubra
Saccharomyces cervisiae
Trichosporon beigelii
Trichosporon pullulans


NÃO ENTÉRICAS
Acinetobaster calcoaceticus
Pseudomonas aeruginosa
Pseudomonas cepacia
Pseudomonas maltophilia
Pseudomonas fluorescens
Flavobacterium   meningosepticum
Aeromonas hydrophila
Plesiomonas shigelloide
Pasteurella multocida


FUNGOS
Candida albican
Candida famata
Candida glabratae
Candida guiliermondii
Candida humicola
Candida krusei
Candida lambica
Candida lipolytica
Candida lusitaniae
Candida parapsilosis
Candida pseudotropicalis
Candida rugosa
Candida stelltoidea
Candida tropicalis
Candida utilis


O alcance de uma infecção
Temos de diferenciar as infecções segundo o seu alcance real. Assim falamos de endemia quando o foco de infecção ocorre sempre num determinado sítio. Referimo-nos a epidemia no caso de infecções em grandes populações. E falamos de pandemia quando a doença infecciosa se estende por todas as partes, num determinado momento.

 

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