| Bichos! Tira-os de cima de mim!!
Asco e horror ao ver uma barata, simpatia perante as formigas, assombro com a cor dos escaravelhos, incerteza perante os parasitas praticamente invisíveis, incómodo com as moscas, terror com as aranhas... São tópicos nada científicos que rondam à volta dos artrópodes na nossa sociedade. Uma sociedade que aspira à ausência destes insectos por razões higiénicas e culturais, que por vezes resultam de uma fobia específica a tudo aquilo que seja pequeno, voe, tenha antenas e pique. Salve-se quem puder!!
A grande família
Nove em cada dez animais deste planeta é um artrópode. Reúnem as
características essenciais para pertencer à maior família do reino
animal com mais de um milhão de espécies conhecidas e outras tantas por
conhecer. Um duro esqueleto exterior (exoesqueleto) constituído por quitina, um corpo dividido em secções ou metâmeros e uma série de apêndices
articulados transformam o artrópode num dos organismos mais espectaculares da natureza, porém, às vezes, também um dos mais devastadores. Estudamos minuciosamente esta grande família, conhecendo cada um dos seus membros e a relação entre eles.

O TopTen dos artrópodes
A Periplaneta Americana, o tipo de barata que mais existe no mundo, apesar de não ser o primeiro artrópode neste TopTen, partindo do princípio que 3 em cada 4 animais são um escaravelho, é a nossa inimiga pública número um, para os especialistas de ATHISA MEDIO AMBIENTE. Logo de seguida são os ácaros, os piolhos, as pulgas, os percevejos, os mosquitos e as aranhas, ainda que destas últimas temos em conta a sua enorme capacidade para fazer muitas vezes o nosso trabalho de uma forma perfeita:

Fazemos um trabalho limpo
E elas, as baratas, o trabalho sujo no sentido mais amplo. São elas
que saltam em massa pelos esgotos, redes da iluminação e semáforos,
surgindo às vezes nas banheiras e condutas húmidas. A sua cegueira total é compensada por uma incrível sensibilidade num par de antenas que apercebem-se da mais mínima vibração, mudanças de temperatura ou níveis de humidade em qualquer superfície. Parece que as baratas e os roedores estão em sintonia no que se refere a produzir semelhantes impactos económicos na nossa sociedade praticamente, a partir dos mesmos lugares. Perante este panorama
ATHISA MEDIO AMBIENTE desenvolveu três métodos de desinfecção infalíveis para fazer-lhes frente e impedi-los de avançar:
Pulverização e polvilhamento
É a forma mais económica e eficaz de aplicar desinfectantes em pó (Cipermetrina) no esgoto público, nas calhas, nos poços, nos sifões domiciliários e nos locais mais recônditos, sem qualquer efeito contraproducente para o Homem.

Termonebulização ( ver Microrganismos > Soluções desinfectantes)
Consiste em dispersar microgotas com uma mistura de desinfectante especial
(Permetrina) em forma de neblina. Esta técnica requere pouca quantidade de desinfectante já que o seu poder de penetração em qualquer superfície ou subsolo é total.
Feromonas
São pastilhas que se aderem a uns saquinhos com aparência de refúgio seguro para as baratas e outros insectos. As feromonas são atractivos sexuais que qualquer insecto apercebe a grandes distâncias.
Pontos de encontro com a Periplaneta
Dos três tipos de baratas com os quais lidamos em ATHISA MEDIO AMBIENTE , Blatta Orientallis, a Blatella Germnica e a Periplaneta Americana, a mais dominadora é a Periplaneta Americana. O prefixo grego Peri, "à volta de" e sufixo “Planeta” explica-nos que se trata do tipo de barata mais existe no mundo. Seguimo-la de perto pelos sítios por onde anda:
Esgotos, Calhas e Poços domiciliários

O subsolo do esgoto, as calhas e os sifões de edifícios são os lugares preferidos da Periplaneta. O refúgio e o alimento transformam estes habitats em zonas perfeitas para se desenvolverem e prosperarem. A sua protecção é a fuga mecânica. Tem uma cor avermelhada expandida por um exoesqueleto quitinoso e umas grandes asas bifurcadas que lhe permite voar com habilidade. Mede de 34 a 40 mm e identificam-na como um artrópode espectacular do ponto de vista biológico.
Garagem, casa de banho, cozinha, cantinas...

Se a barata não encontra o que procura num supermercado escuro, húmido e repleto de centenas de mil como ela, exactamente como no subsolo, não evita em passar para uma garagem, casa de banho, cozinha ou cantina a ver se encontra algo e de preferência em estado de decomposição. Consegue passar por todo o tipo de escoadouros, gretas, portas, janelas e restantes condutas de qualquer edifício. Por cada barata que vemos há vinte e cinco escondidas.
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